domingo, 13 de novembro de 2011

naquele momento

naquele momento

Naquele momento
Algures entre o riso
E a tempestade
Depus as armas
Cansadas
Rendi o forte acuado
Despi armaduras
De tempo
Abri meu portão
Resguardado
E deixei entrar
Teu alazão negro
Orgulhoso da vitória
Incansável na conquista.

poema contido na Antologia Poiesis XX

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Fotoreportagem pessoal do lançamento da Poiesis XX


Ana Paula Mabrouk e David Metallica


Ana Paula Mabrouk, amigas (Ana Cristina Grilo e Lina Madeira) e David Metallica


Ana Paula Mabrouk, amigas (Ana Cristina Grilo e Lina Madeira) e David Metallica


Ângelo Rodrigues e alguns autores


Capa da Poiesis XX da autoria de Miguel D'Hera


Ana Paula Mabrouk na sua intervenção em palco

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Reportagem fotográfica Poiesis XX


vide
http://antologiapoiesis.blogs.sapo.pt/
http://editorialminerva.blogspot.com
www.facebook.com/editorialminerva

sábado, 5 de novembro de 2011

Hoje é o dia do lançamento da Poiesis XX



Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro
Antigo Solar da Nora
Estrada de Telheiras
5 de Novembro
13.30 h

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Lançamento da Antologia Poiesis XX

PREÂMBULO

1. E voltou a “acontecer poesia”, isto é, POIESIS – Volume XX (o último), antologia que inclui também alguns autores da CPLP bem como autores portugueses residentes no estrangeiro. Sejam bem-vindos à leitura e fruição desta obra colectiva que, quer queiramos quer não, conquistou um merecido lugar no “panorama literário português”, seja lá isso o que for.

2. POIESIS foi uma obra de continuação, consolidação, luta e resistência para um número apreciável de autores e também uma oportunidade de publicação para muitos outros; também por isso, uma parte do que aqui se encontra, são experiências literárias com óbvias diferenças técnicas, estilísticas, estéticas, intenção e sentido (...). Seria muito difícil e provavelmente inútil, desconstruir e analisar manchas criativas de tão grande e diversa subjectividade, experimentação e procura (do graal de cada um). Não vamos por aí.

3. A obra em presença resulta de uma comum paixão; não é apenas um espaço de divulgação poética e para-poética com ecletismos, “ecumenismos”, nostalgias, futurismos, diferenças, atitudes, descobertas, revelações... pretende também e mais do que tudo, aferir, “fazer-desenvolver” e facultar uma alternativa intercultural e se possível transcultural, estabelecendo um sistema global de comunicação, de crítica e debate - ser alternativa, dar expressão e sentido aos processos criativos em Língua Portuguesa.

4. E porque há coragem, sonho, amor, vontade de partilha, cumplicidades, mistérios, encantamentos, desejos..., ficou menos tímida e um pouco mais ousada, a Musa oculta e irregular que habita a espiritualidade dos homens.

5. Porque escrever é um acto de solidão e porque publicar é sempre um acto de resistência, de muita coragem e ousadia, um renovado e intenso abraço a todos os autores que - ao longo destes anos desde 1999 (Volume I) - tornaram possível este projecto até este último Volume XX.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Lançamento do livro Entre-Corpos, 29/10/2011, Aveiro


Leitura de um dos poemas emblemáticos deste livro, "As rosas chamam-me".
Ana Paula Mabrouk lê um poema.

Lançamento do livro "Entre-Corpos", de Isabel Rosete, edições Ecopy, na Livraria Bertrand, Fórum Aveiro, em Aveiro, no dia 29 de Outubro de 2011, pelas 21H30.

Pensamento do dia

"O privilégio de uma extraordinária lucidez paga-se caro."

Jacinto Prado Coelho, in Diversidade e Unidade em Fernando Pessoa, Ed. Verbo